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INSETOS: "EU TENHO A FORÇA"

CURIOSIDADES!!!



Você sabia que alguns besouros podem levantar mais de 800 vezes o seu próprio peso? 

Se fossemos comparar, um humano poderia levantar 60 toneladas e um elefante poderia levantar um edifício de tamanho razoável.




Você sabia que alguns insetos deixariam alguns de nossos melhores atletas olímpicos envergonhados?


Muitos gafanhotos podem saltar a 1 metro de distância. Se compararmos, um humano seria compatível a um salto de uma distância de um campo de futebol.
Um pulga que salta a centímetros do solo, para um humano o salto seria equivalente a um edifício de 30 andares.




Fonte:
Triplehorn, Charles A. Estudo dos Insetos. Ed 7ª. São Paulo: Cengage Learning, 2011.

AS VAQUINHAS PATRIOTAS


Diabrotica speciosa
Uma das vaquinhas patriotas, é a Diabrotica speciosa (Germar, 1824) (Coleoptera: Chrysomelidae:  Galerucinae), de ocorrência em todos os estados brasileiros, é considerada um inseto polífago. Os adultos podem causar danos ao feijão (Phaseolus vulgaris  L.) e a soja (Glycine max  L.), por se alimentarem das folhas, e no milho, o prejuízo é causado na fase imatura, quando as larvas consomem a raiz ocasionando a doença conhecida como “pescoço de ganso”, o que deixa a planta suscetível ao tombamento.
Das 338 espécies compõem o gênero Diabrotica, há similaridade morfológica entre os indivíduos e por essa razão, a identificação da espécie corretamente pode ser prejudicada. Dessa forma, estudos de ecologia de populações, e de relações filogenéticas ficam comprometidos. No Brasil há confusão entre Diabrotica speciosa e Diabrotica viridula (Fabricius, 1801) devido à coloração das máculas no élitro.
Pelo padrão de semelhança, a identificação deve ser feita com segurança em laboratório através de microscópio esteroscopico. Uma característica válida para a separação das espécies é que D. speciosa apresenta os tarsos e tíbias enegrecidos enquanto que D. viridula, castanhos.
Diabrotica viridula
Apesar de apresentarem similaridade na composição das cores, pode-se observar certa diferença no comportamento, visto que D. speciosa prefere ovopositar em plântulas de milho, se alimentando de outras adjacentes como feijão ou batata, e D. viridula compartilha do milho tanto para alimentação quanto para ovoposição.
Com a identificação precisa, os integrantes da família Chrysomelidae, associados as plantas cultivadas, como os do gênero Diabrotica, permite-nos um maior entendimento do complexo desses insetos e suas dinâmicas no decorrer dos anos. A possibilidade de um estudo acurado da biologia das populações, e caracterização dos danos, corroboram com a tomada de decisões no manejo das vaquinhas patriotas.


Referências:

Acesso em 01/01/12 as 20h.
Acesso em 01/01/12 as 20:10h
Micheli, A. Variabilidade intraespecífica, inimigos naturais e avaliação da mistura de fungos entomopatogênicos e inseticidas para o controle de Diabrotica speciosa (Germar, 1824) (Coleoptera: Chrysomelidae).  Tese. UFPR, 2005.


A PORTA DA ESPERANÇA

Amanhece Segunda-feira! Ainda que nublado. Pós a noite de tormenta e dia de trabalho! DOR! Dedinho na quina da cama: "filho da p...!" E no transporte coletivo: "Motorista bom dia?" "Bom dia para quem" (Não verbalizado, mas esbanjava no seu olhar). Tantas caras fechadas. Justificava-se pelo começo da semana, é claro!  Pela janela visualizava carros e pedrestres na mais alta velocidade. "Olha o sinal da primeira aula!" "Perdi hora!" "Corre se não vai se atrasar..." Quem nunca ouviu isso na vida? Intrínseco na vida humana: "Sou mais um no Brasil da central. Da minhoca de metal".
Já no trabalho, lá vai a não bem sucedida fala aos colegas: "Bom dia!" Ás vezes correspondido, outras como aconteceu, um perfil de motorista. Que dia! Podia ser sem dúvida o verdadeiro clichê do inicio da semana, porém o Sr. Acaso quebrou a ciranda dos mal-humorados e me trouxe um presságio de o que o dia seria bom! Mas todos os dias são bons? Depende do ponto de vista é o que os sábios vão dizer. E o meu naquele momento foi muito agradável.
Logo abaixo, no rodapé da porta do 40 horas semanais, ou mais, segundo lar, vi algo verde, de aspecto foliar. Foram uma, duas, três piscadas e mais uma aproximação para notar a confusão. Obra da natureza. Era um exemplo de mimetismo na forma de uma vulgarmente conhecida Esperança. Para os mais chegados, um inseto ortóptero da família Tettigonidae, herbívoro e não prejudicial á economia agrícola.

ESPERANÇA - ORTHOPTERA
Esperança? Era o que eu precisava naquele dia caótico. E na minha porta?  A Porta da Esperança para um desesperado. Famosa do programa televisivo. Aquela que tem a opção de guardar o tão esperado presente, algo mediano, ou aquele que te submete à reflexão: "Por que acordaste rapaz?". Esperava que a primeira opção fosse atendida, porque até então, o inseto, de acordo com os dizeres da crendice popular, está associado boa sorte. E foi o que eu acreditei naquele momento, outrora lembraria em Clarice Lispector, do seu conto intitulado "Uma Esperança". "Aqui em casa pousou uma esperança, não a clássica que tantas vezes verifica-se ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre, mas a outra, bem concreta e verde: o inseto". Não desvincularia a esperança, de que a Esperança me trouxesse uma Segunda diferente da enfadonha Segundona. 
O inseto partiu e agradeci: "Que transmita esse sentimento a todos outros quanto for". Especialmente em Segundas! Hoje há de ser o dia. Na minha mente ricochetiava! Entrei, sentei, liguei, teclei. BANHEIRO. Teclei, levantei, mexi, teclei. ALMOÇO. Voltei e o telefone tocou... O que houve? A chamada tinha a ver com cifras ($)? Curiosidade! Não há como dizer, mesmo que se queria. Acho que essas coisas acontecem com quem se depara com Esperanças pela vida. Feitiço? Encantamento? Não sei! Deixo aqui o dueto, a cara e a coroa, o casal das boas coisas ou das ruins. Tudo depende de como enxerga a vida. E quando deparar com Portas de Esperanças, faça a sua própria escolha.

ARANHA E A ABELHA

Vejam está incrível foto concedida pelo entomologista Prof. Santin Gravena de uma aranha do gênero Misumenops predando a abelha Apis melifera. 


Prof. Santin Gravena - MEP Tomate

 
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